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Advogada Priscila Felzemburgh fala sobre direito condominial, cidadania e acesso à justiça no podcast Isso é Brasília
A advogada Priscila Felzemburgh foi a convidada do podcast Isso é Brasília, apresentado por Paulo Melo, em uma conversa voltada a temas como direito condominial, cidadania, acesso à justiça e os principais desafios enfrentados por moradores, síndicos e comunidades no Distrito Federal
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Durante o episódio, Priscila contou detalhes de sua trajetória pessoal e profissional. Segundo ela, o interesse pelo Direito surgiu após experiências familiares que a aproximaram do ambiente jurídico ainda jovem. Inicialmente, a intenção era seguir a magistratura, mas a advocacia acabou se tornando seu caminho definitivo.
“Eu não escolhi ser advogada, a advocacia me escolheu”, afirmou a convidada, ao relembrar o início da carreira. Hoje, Priscila atua principalmente nas áreas condominial, imobiliária e também eleitoral, acumulando cerca de dez anos de experiência no setor.
Um dos pontos centrais da entrevista foi a importância do direito condominial na vida cotidiana. A advogada destacou que os condomínios deixaram de ser apenas espaços de moradia e passaram a concentrar conflitos semelhantes aos encontrados na sociedade em geral, como problemas de segurança, barulho, inadimplência, convivência e uso das áreas comuns.
Para Priscila, a assessoria jurídica especializada é essencial para orientar síndicos e moradores. Ela ressaltou que o advogado contratado pelo condomínio não é advogado do síndico, mas sim da coletividade condominial. Por isso, a orientação jurídica deve estar aberta também aos condôminos.
“É o advogado do condomínio, não do síndico. Isso precisa ser bem esclarecido”, explicou.
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A entrevistada também abordou a figura do morador antissocial, tema cada vez mais debatido em condomínios. Segundo Priscila, não se trata de alguém que comete um ato isolado de desrespeito às regras, mas de uma pessoa com condutas reiteradas que prejudicam a convivência coletiva. Ela explicou ainda que, em casos extremos, pode haver afastamento judicial do morador da convivência no condomínio, sem que isso signifique perda da propriedade.
Outro tema de destaque foi o aumento dos golpes envolvendo falsos advogados. Priscila alertou síndicos, moradores e clientes para que tenham cuidado com pedidos de pagamentos feitos por mensagens ou ligações. Como medida de segurança, ela sugeriu que advogados e clientes estabeleçam uma senha para confirmar qualquer solicitação financeira.
A advogada também chamou atenção para a necessidade de simplificar a linguagem jurídica. Na avaliação dela, o Direito ainda é visto por muita gente como algo distante, difícil e cheio de termos técnicos. Para mudar essa realidade, Priscila defendeu uma comunicação mais clara e acessível, além da inclusão de noções básicas de Direito na formação escolar dos jovens.
“O Direito deveria ser matéria obrigatória no ensino médio”, afirmou, ao defender que a população conheça melhor seus direitos desde cedo.
Sobre o acesso à justiça em Brasília, Priscila avaliou que o Distrito Federal possui uma estrutura judiciária mais organizada quando comparada a regiões próximas, como municípios do Entorno de Goiás. Apesar disso, ela reconheceu que muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades para buscar orientação, principalmente por falta de informação ou medo de expor seus problemas.
Ao falar sobre contratos, a advogada reforçou a importância de procurar orientação jurídica antes da assinatura de documentos. Segundo ela, embora cláusulas abusivas possam ser questionadas posteriormente na Justiça, a análise prévia por um profissional evita prejuízos, desgaste e perda de tempo.
No campo condominial, Priscila destacou ainda temas atuais que têm exigido atenção dos especialistas, como o aluguel por temporada e o uso de veículos elétricos em condomínios. Segundo ela, esses assuntos vêm provocando debates sobre segurança, direito de propriedade e regras de convivência coletiva.
Ao final da entrevista, a advogada deixou uma mensagem para pessoas que sentem que tiveram seus direitos desrespeitados, mas têm medo ou vergonha de buscar ajuda. Para Priscila, o primeiro passo é conversar com alguém de confiança, especialmente dentro da própria família, para encontrar orientação sobre o melhor caminho a seguir.
O episódio do Isso é Brasília reforçou a importância da informação jurídica como instrumento de cidadania. Em uma conversa direta e esclarecedora, Priscila Felzemburgh mostrou que o Direito está presente no cotidiano das pessoas — no condomínio, no consumo, no trabalho, nos contratos e na relação com a comunidade.
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Durante o episódio, Priscila contou detalhes de sua trajetória pessoal e profissional. Segundo ela, o interesse pelo Direito surgiu após experiências familiares que a aproximaram do ambiente jurídico ainda jovem. Inicialmente, a intenção era seguir a magistratura, mas a advocacia acabou se tornando seu caminho definitivo.
“Eu não escolhi ser advogada, a advocacia me escolheu”, afirmou a convidada, ao relembrar o início da carreira. Hoje, Priscila atua principalmente nas áreas condominial, imobiliária e também eleitoral, acumulando cerca de dez anos de experiência no setor.
Um dos pontos centrais da entrevista foi a importância do direito condominial na vida cotidiana. A advogada destacou que os condomínios deixaram de ser apenas espaços de moradia e passaram a concentrar conflitos semelhantes aos encontrados na sociedade em geral, como problemas de segurança, barulho, inadimplência, convivência e uso das áreas comuns.
Para Priscila, a assessoria jurídica especializada é essencial para orientar síndicos e moradores. Ela ressaltou que o advogado contratado pelo condomínio não é advogado do síndico, mas sim da coletividade condominial. Por isso, a orientação jurídica deve estar aberta também aos condôminos.
“É o advogado do condomínio, não do síndico. Isso precisa ser bem esclarecido”, explicou.
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A entrevistada também abordou a figura do morador antissocial, tema cada vez mais debatido em condomínios. Segundo Priscila, não se trata de alguém que comete um ato isolado de desrespeito às regras, mas de uma pessoa com condutas reiteradas que prejudicam a convivência coletiva. Ela explicou ainda que, em casos extremos, pode haver afastamento judicial do morador da convivência no condomínio, sem que isso signifique perda da propriedade.
Outro tema de destaque foi o aumento dos golpes envolvendo falsos advogados. Priscila alertou síndicos, moradores e clientes para que tenham cuidado com pedidos de pagamentos feitos por mensagens ou ligações. Como medida de segurança, ela sugeriu que advogados e clientes estabeleçam uma senha para confirmar qualquer solicitação financeira.
A advogada também chamou atenção para a necessidade de simplificar a linguagem jurídica. Na avaliação dela, o Direito ainda é visto por muita gente como algo distante, difícil e cheio de termos técnicos. Para mudar essa realidade, Priscila defendeu uma comunicação mais clara e acessível, além da inclusão de noções básicas de Direito na formação escolar dos jovens.
“O Direito deveria ser matéria obrigatória no ensino médio”, afirmou, ao defender que a população conheça melhor seus direitos desde cedo.
Sobre o acesso à justiça em Brasília, Priscila avaliou que o Distrito Federal possui uma estrutura judiciária mais organizada quando comparada a regiões próximas, como municípios do Entorno de Goiás. Apesar disso, ela reconheceu que muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades para buscar orientação, principalmente por falta de informação ou medo de expor seus problemas.
Ao falar sobre contratos, a advogada reforçou a importância de procurar orientação jurídica antes da assinatura de documentos. Segundo ela, embora cláusulas abusivas possam ser questionadas posteriormente na Justiça, a análise prévia por um profissional evita prejuízos, desgaste e perda de tempo.
No campo condominial, Priscila destacou ainda temas atuais que têm exigido atenção dos especialistas, como o aluguel por temporada e o uso de veículos elétricos em condomínios. Segundo ela, esses assuntos vêm provocando debates sobre segurança, direito de propriedade e regras de convivência coletiva.
Ao final da entrevista, a advogada deixou uma mensagem para pessoas que sentem que tiveram seus direitos desrespeitados, mas têm medo ou vergonha de buscar ajuda. Para Priscila, o primeiro passo é conversar com alguém de confiança, especialmente dentro da própria família, para encontrar orientação sobre o melhor caminho a seguir.
O episódio do Isso é Brasília reforçou a importância da informação jurídica como instrumento de cidadania. Em uma conversa direta e esclarecedora, Priscila Felzemburgh mostrou que o Direito está presente no cotidiano das pessoas — no condomínio, no consumo, no trabalho, nos contratos e na relação com a comunidade.
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